domingo, 7 de agosto de 2011

Nova obra de Yur Xam



Entalhe em madeira. Título: Solidão.

Autor: Yur Xam

Madeira: Sapopema (Sloanea Guianenses)

sábado, 23 de abril de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

A arte de Yur Xam


Título: “VIDA, MORTE & PRANTO”
Autor: Yur Xam
Data: 19.03.11Madeira:
Vochysia guianensis Aubl.Nome vulgar: Quaruba

sábado, 15 de janeiro de 2011

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor em 2011Entenda

Por Reação Ambiental
Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis.
Água: Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.
Energia elétrica: O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.
Combustíveis: A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Um Feliz Natal


Faça Suas Compras De Natal No Bazar Da SOS Mata Atlântica

Por Reação ambiental

Faça suas compras de Natal no bazar da SOS Mata Atlântica
Quer presentear sua família e amigos com produtos sustentáveis nesse Natal? Então não perca a próxima edição do bazar da SOS Mata Atlântica, neste sábado (4 de dezembro), das 9h às 17h.
Quem aposta em sustentabilidade vai encontrar boas ideias para compras, além de se divertir com apresentações e participar de oficinas para todas as idades. A entrada é gratuita e toda a família pode participar.
Estarão disponíveis os produtos da loja virtual e ainda algumas ofertas especiais, como canecas, mochilas, camisas pólo, jaquetas esportivas, camisetas em algodão confeccionadas com fios de garrafa pet, dentre outros.
O bazar também conta com oficinas sobre arte em reciclagem, abertas ao público. Nessa edição, o grupo Virando do Avesso, que transforma embalagens usadas em objetos de decoração, vai ensinar a fazer caixas de presente a partir de material reciclável. Representantes da Cooperaldeia – Cooperativa de mulheres que atuam na área têxtil, de vestuário, moda, decoração e artesanato – conduzirão uma oficina de vasinhos feitos em jornal.
Além disso, os artesãos do Complexo Lagamar, do litoral Sul de São Paulo, também estarão presentes com produtos artesanais da comunidade caiçara da região. Outras atrações estão programadas, compareça! E para conhecer desde já os produtos da SOS Mata Atlântica, basta acessar a loja da ONG, em
www.sosma.org.br/loja.
Ao adquirir os produtos, você colabora com as ações e projetos da ONG, contribuindo com a conservação de um dos Biomas mais ricos e ameaçados do planeta e o mais ameaçado do País. Mais informações sobre o bazar no email
produtos@sosma.org.br e no portal.

www.reacaoambiental.com.br

Biratan ecológico


sábado, 11 de dezembro de 2010

Vôos Mais Verdes “E Amarelos”.


Por Reação Ambiental
O biocombustível produzido com óleo de pinhão manso está sendo utilizado pela TAM e pela Airbus de forma pioneira em voos na América Latina. Semana passada, as companhias aéreas realizaram a primeira operação com o combustível.A UOP LLC, do Grupo Honeywell, responsável pela produção do produto, afirmou que o combustível possui 50 por cento da mistura de bioquerosene produzido a partir do óleo de pinhão manso brasileiro e a outra parte de querosene convencional para aviação.O avião abastecido com o produto saiu do aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, e sobrevoou o Oceano Atlântico por 45 minutos. Na opinião de Paul Nash, chefe do Departamento de Novas Energias da Airbus, “a Airbus e a TAM deram um passo importante para o estabelecimento da ‘cadeia de valor’ – uma solução que é comercialmente viável e sustentável, sem causar impacto nas pessoas, na terra, nos alimentos, nem na água”, declarou.Segundo ele, estudos realizados pela Michigan Technological University revelam que a produção de biocombustíveis para a aviação a partir do pinhão manso podem diminuir em 65 e 80 por cento as emissões de carbono, na comparação com a querosene convencional de aviação, produzida com petróleo.“Esse vôo é a evidência do comprometimento da indústria da aviação no avanço das metas que estabeleceu para si própria para a redução de CO2: crescimento neutro em carbono a partir de 2020, atingindo 50 por cento de redução líquida na taxa de emissão de C02 até 2050”, afirmou Nash.A aeronave utilizada no voo é um Airbus A320 da TAM com capacidade para transportar até 174 passageiros.




sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Condomínio construído com tecnologia sustentável

Por Reação Ambiental

O material escolhido foi o steel frame, que diminui o tempo da obra e a geração de resíduosPor Gisele Eberspächer às 14h30 de 19/10/2010
O Condomínio Village Oitis, feito em steel frame, material sustentável de construção, já tem mais uma fase da obra pronta. O processo gera menos resíduos que construções convencionas, que chega a ser de menos de 1%, e baixa emissão de CO2 (cerca de cinco vezes menos). O projeto foi realizado na cidade de Vargem Pequena, no Rio de Janeiro.Material proporciona conforto térmico e acústico nos ambientes. (Foto: Divulgação)Feito pela construtora Inversora Graficol, utiliza para a montagem perfis de aço e placas LP OSB Home estrutural, que utiliza apenas matéria-prima proveniente de florestas renováveis, respeitando o manejo sustentável. Todos os materiais utilizados garantem uma qualidade térmica e acústica, que também diminui o uso de energia pelos moradores.O material faz parte da Construção Energitérmica Sustentável (CES), que incluem diversos tipos de produtos sustentáveis para a área de construção, que reduzem a geração de resíduos e do tempo de trabalho necessário para a conclusão. Depois da obra pronta, os produtos não exigem nenhum cuidado diferente.“Não é necessário realizar nenhuma manutenção especial, apenas o mesmo tratamento dispensado às casas de construção tradicional. Quanto à duração da construção, o aço está garantido por 90 anos”, comenta Guilherme Kuhn, engenheiro responsável pela obra.Apesar disso, o ponto negativo da obra é o transporte dos materiais, que é feito principalmente por caminhões.Ao todo, são 95 casas, que podem ser financiadas pela Caixa Federal. Os preços variam entre R$ 158 mil e R$ 250 mil.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ecocartoon Da Costa

Este ótimo cartoon do Da Costa, faz parte do livro Aquecimento Global,
organizado pelo cartunista Léo valença. Confira no post abaixo.

sábado, 6 de novembro de 2010

Lançado o livro Aquecimento Global

Adquira logo o seu exemplar.
A proposta do livro "Aquecimento Global em cartuns" é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.O cartunista Léo Valença desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.Cada cartunista selecionado e autor participante da publicação contribui com um cartum que ele desenvolveu sobre o tema. Os autores participantes são: Léo Valença, Leite, Jottas, Da Costa, Jorge Barreto, Alex Larcher, J. Bosco, Waldez Duarte, Alan Souto Maior, José Alves Neto, Casso, Ferreth, Kampos, Lederly Mendonça, Jota A, Lex Franco, Gustavo Oliveira, Bira Dantas, Marcelo Rampazzo, Melo, Marcos Noel, Adriano Louzada, Moises Macedo, Max e Edra.
O livro poderá ser comprado pelo site da editora POD no link abaixo:

http://www.podeditora.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&tipo_busca=subcategoria&codigo_categoria=1&codigo_subcategoria=28


A utilização do POD – Print On Demand, impressão sob demanda – é um recurso de alta tecnologia de preservação do planeta, disponível há alguns anos e de eficiência comprovada. O que vem a ser o POD?

Mais do que um recurso tecnológico, em si, o POD é uma ferramenta de administração de recursos: ao invés de produzir estoques de livros impressos, estes são impressos à necessidade em que são requeridos. Dessa forma, evita-se desperdício financeiro e ambiental.



sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fazendo xixi no banho?! (Como assim??)

Por Reação Ambiental

Nesta semana tomamos conhecimento de uma campanha bem humorada e extremamente interessante desenvolvida pela SOS Mata Atlântica chamada Fazendo xixi no banho.
Esta campanha visa alcançar uma economia de até 4.380 mil litros de água por ano com esta simples iniciativa em nosso dia-a-dia.
Procurando alcançar o público jovem altamente engajado na causa da preservação ambiental foi desenvolvida uma ação de marketing através do site www.xixinobanho.org.br e conforme release da agência de publicidade responsável pela campanha (F/Nazca) o lançamento desta iniciativa coincide com o principal evento da SOS Mata Atlântica, o Viva a Mata, que acontece de 22 a 24 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, onde estaremos fazendo cobertura.
Acesse o site da campanha e participe desta iniciativa.

Biratan ecológico


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

“Sustentabilidade: novo jeito de produzir, vender e consumir”

Escrito por Reação Ambiental

Olá amigos do Reação!
A maior feira de alimentos da região Norte do país esse ano resolveu investir no tema “Sustentabilidade: novo jeito de produzir, vender e consumir”, conceito cada vez mais presente nas empresas e na sociedade como um todo.
Diante disso os expositores tiveram o desafio e a oportunidade mostrar o que cada uma das empresas tem feito para se adequar a esse conceito atualíssimo.
Um dos destaques foi a indústria de alimentos Mariza, que aproveitou para ”mergulhar de cabeça” no tema, começando pelo próprio estande, substituindo a tradicional montadora de estandes pela ONG paraense Novolhar, que é atuante em grandes projetos desenvolvendo conceitos. “A ousadia deste estande pretende proporcionar ainda mais conceitos sobre ser e agir sustentável” enfatiza o presidente do Grupo Mariza Flávio Costa.
Logo na entrada do espaço, o piso foi feito com vidros de potes. O nome “Mariza”, identificando o estande, é todo em papietagem, técnica de moldura feita em papel que no caso, também é das embalagens reaproveitáveis de produtos.
O fundo da garrafa PET de dendê foi cortado para a montagem de um toten, uma coluna de sustentação do portal de entrada do estande.
As paredes do estande tinham cinco metros de altura e foram feitas com fundos de embalagens de PET transparente. O visual estilizado e diferente fica com a iluminação azul, uma das cores da marca. Outra parede, com seis metros de altura, foi composta por samambaias. Dois lougens foram construídos para o conforto dos visitantes do estande, que poderão sentar em poltronas feitas com caixa de papelão e apreciar cada detalhe no estande que inovou inclusive com vitrines inusitadas.
A Mariza Alimentos sempre trabalhou na linha de sustentabilidade, mas foi o tema da feira deste ano
que fez com que a empresa mostrasse os projetos de sustentabilidade que já acontecem em parceria com algumas comunidades. A exemplo a comunidade Sapucaia, localizada em Santa Izabel do Pará, que já recebe apoio sustentável desenvolvido pela empresa, como educação ambiental, uniformes, tambores para coleta seletiva e assistência para as crianças que ali vivem.
“Além do estande sustentável trouxemos também descontos especiais para negócios fechados na feira, pois uma porcentagem destas vendas será destinada ao plantio de árvores na fazenda Fronteiras da Amazônia, onde o grupo já desenvolve várias atividades” enfatiza o gestor de marketing André Reis.
Toda a produção destes materiais foi feita pela comunidade ligada à ong Noolhar, que assim como a Mariza Alimentos, já desenvolve parcerias com comunidades no plantio da pimenta, fechando o ciclo sustentável de todo projeto, pois além de preservar o meio ambiente reaproveitando estes materiais, o projeto gera renda para as famílias.
A emissão de carbono emitida durante a produção do estande foi neutralizada com a entrega voluntária pela ong Noolhar de mudas de açaí anão para os visitantes do estande da Mariza Alimentos.

Biratan ecológico


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Biratan ecológico


Marketing Verde

Por Reação Ambiental


Com as inumeras informações que recebemos diariamente sobre aquecimento global, algumas pessoas passaram a levar em consideração, mesmo que timidamente, as ações socioambientais que as empresas praticam na hora da decisão de compra.
Vendo esta nova oportunidade de mercado, muitas empresas voltaram seus esforços de marketing em vincular a sua marca a uma atitude ambiental correta e uma relação social responsável.
Para saber mais sobre o marketing verde, clique aqui.
Mas devemos tomar muito cuidado na hora de avaliar quais são as empresas socialmente responsáveis, pois, entre as inumeras campanhas veiculadas diariamente, somente uma pequena parte retrata a realidade da organização.
Quantas vezes você já viu produtos nos supermercados que apresentam um selinho de uma ONG na embalagem, revertendo parte (bem pequena) do lucro do produto para ações sociais?
Você acha que só isso caracteriza se a empresa é socialmente responsável? Você chegou a comparar os preços do produto antes e depois desta campanha para saber se este valor que eles reverterão não está embutido no preço?
Uma empresa se faz socialmente responsável por suas atitudes diárias em relação ao meio ambiente e sociedade, não basta ações soltas.
E mais, não basta uma empresa investir milhões de reais em programas sociais, embientais ou culturais se, ao mesmo tempo, seu produto degrada o meio ambiente, ou se suas relações cotidianas de negócio depreciam os interesses da sociedade!

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Futuro sustentável para a navegação

Por Reação Ambiental

Pela segunda vez este ano, a United States Environmental ProtectionAgency (EPA), com apoio da Hamburg Süd, obteve dados importantes sobrea possível redução de contaminação na navegação marítima.No final de agosto, o LSMGO (Low Sulphur Marine Gas Oil), umcombustível com conteúdo de enxofre de 0,1%, foi usado no navioporta-contêineres “Cap San Lorenzo”, utilizado no serviço entre Golfodos Estados Unidos e Caribe/Costa Leste da América do Sul, quando onavio estava entrando e saindo do porto de Santos.De acordo com a EPA, foi o primeiro teste do tipo a ser feito emSantos. O uso do LSMGO havia sido testado anteriormente no “Cap SanLorenzo” em abril de 2010 nos portos de Veracruz, Altamira e Houston,no Golfo do México.“A EPA estima que um navio possa conseguir uma redução de 95% emdióxidos de enxofre, e de 85% em partículas finas quando utilizamcombustíveis com baixo teor de enxofre”, diz a administradora-assistente da EPA USA para Ar e Radiação, Gina McCarthy.Uma série de áreas com limites rígidos de enxofre, conhecidas como ECA(Emission Control Areas), estão sendo definidas obrigatoriamente.Desde janeiro, por exemplo, os combustíveis usados em portos dentro daUnião Européia só podem conter no máximo 0,1% de enxofre.A partir de agosto de 2012, somente combustíveis com conteúdo deenxofre de 1,0% serão permitidos no Atlântico norte-americano e naCosta do Pacífico, assim como na Costa do Golfo dos Estados Unidos.“Este projeto de troca de combustível renderá dados sobre as emissõespara mostrar aos legisladores dos EUA, México e Brasil que é possívelconseguir reduções reais ao se utilizar combustíveis com baixo teor deenxofre em seu litoral,” observou a administradora-assistente da EPAUSA para International and Tribal Affairs, Michelle DePass.Juntamente com a Hamburg Süd, esses testes também foram apoiados pelaU.S. Maritime Administration, a agência ambiental mexicana Secretaríade Medio Ambiente y Recursos Naturales, assim como pelos portos deHouston, Veracruz, Altamira e Progreso.“Imediatamente apoiamos as experiências da EPA,” comenta o presidentedo conselho executivo da Hamburg Süd, Ottmar Gast. “É fato que aproteção do ambiente e dos recursos naturais faz parte de cada decisãoempresarial e organizacional que tomamos. Só raramente a proteçãoambiental é considerada nos grandes progressos trazidos pelasrevoluções tecnológicas.
Ao contrário, é a soma de muitas pequenasmedidas que resultam em melhorias. E é precisamente o que queremosconseguir com os testes em nossos navios”, finaliza o executivo.