segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor em 2011Entenda

Por Reação Ambiental
Entenda porque é tão importante reduzir o consumo de três itens imprescindíveis nos dias de hoje: água, energia elétrica e combustíveis.
Água: Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do mundo. Se, em apenas cinco minutos, você escovar os dentes com a torneira escancarada, 12 litros de água potável serão desperdiçados.
Energia elétrica: O consumo cada vez maior requer a construção de mais usinas hidrelétricas e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. O simples gesto de desligar as luzes dos ambientes, quando estiverem vazios, pode ajudar a evitar isso.
Combustíveis: A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, “nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o CO2 jogado na atmosfera”. Pense nisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da esquina.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Um Feliz Natal


Faça Suas Compras De Natal No Bazar Da SOS Mata Atlântica

Por Reação ambiental

Faça suas compras de Natal no bazar da SOS Mata Atlântica
Quer presentear sua família e amigos com produtos sustentáveis nesse Natal? Então não perca a próxima edição do bazar da SOS Mata Atlântica, neste sábado (4 de dezembro), das 9h às 17h.
Quem aposta em sustentabilidade vai encontrar boas ideias para compras, além de se divertir com apresentações e participar de oficinas para todas as idades. A entrada é gratuita e toda a família pode participar.
Estarão disponíveis os produtos da loja virtual e ainda algumas ofertas especiais, como canecas, mochilas, camisas pólo, jaquetas esportivas, camisetas em algodão confeccionadas com fios de garrafa pet, dentre outros.
O bazar também conta com oficinas sobre arte em reciclagem, abertas ao público. Nessa edição, o grupo Virando do Avesso, que transforma embalagens usadas em objetos de decoração, vai ensinar a fazer caixas de presente a partir de material reciclável. Representantes da Cooperaldeia – Cooperativa de mulheres que atuam na área têxtil, de vestuário, moda, decoração e artesanato – conduzirão uma oficina de vasinhos feitos em jornal.
Além disso, os artesãos do Complexo Lagamar, do litoral Sul de São Paulo, também estarão presentes com produtos artesanais da comunidade caiçara da região. Outras atrações estão programadas, compareça! E para conhecer desde já os produtos da SOS Mata Atlântica, basta acessar a loja da ONG, em
www.sosma.org.br/loja.
Ao adquirir os produtos, você colabora com as ações e projetos da ONG, contribuindo com a conservação de um dos Biomas mais ricos e ameaçados do planeta e o mais ameaçado do País. Mais informações sobre o bazar no email
produtos@sosma.org.br e no portal.

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Biratan ecológico


sábado, 11 de dezembro de 2010

Vôos Mais Verdes “E Amarelos”.


Por Reação Ambiental
O biocombustível produzido com óleo de pinhão manso está sendo utilizado pela TAM e pela Airbus de forma pioneira em voos na América Latina. Semana passada, as companhias aéreas realizaram a primeira operação com o combustível.A UOP LLC, do Grupo Honeywell, responsável pela produção do produto, afirmou que o combustível possui 50 por cento da mistura de bioquerosene produzido a partir do óleo de pinhão manso brasileiro e a outra parte de querosene convencional para aviação.O avião abastecido com o produto saiu do aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, e sobrevoou o Oceano Atlântico por 45 minutos. Na opinião de Paul Nash, chefe do Departamento de Novas Energias da Airbus, “a Airbus e a TAM deram um passo importante para o estabelecimento da ‘cadeia de valor’ – uma solução que é comercialmente viável e sustentável, sem causar impacto nas pessoas, na terra, nos alimentos, nem na água”, declarou.Segundo ele, estudos realizados pela Michigan Technological University revelam que a produção de biocombustíveis para a aviação a partir do pinhão manso podem diminuir em 65 e 80 por cento as emissões de carbono, na comparação com a querosene convencional de aviação, produzida com petróleo.“Esse vôo é a evidência do comprometimento da indústria da aviação no avanço das metas que estabeleceu para si própria para a redução de CO2: crescimento neutro em carbono a partir de 2020, atingindo 50 por cento de redução líquida na taxa de emissão de C02 até 2050”, afirmou Nash.A aeronave utilizada no voo é um Airbus A320 da TAM com capacidade para transportar até 174 passageiros.




sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Condomínio construído com tecnologia sustentável

Por Reação Ambiental

O material escolhido foi o steel frame, que diminui o tempo da obra e a geração de resíduosPor Gisele Eberspächer às 14h30 de 19/10/2010
O Condomínio Village Oitis, feito em steel frame, material sustentável de construção, já tem mais uma fase da obra pronta. O processo gera menos resíduos que construções convencionas, que chega a ser de menos de 1%, e baixa emissão de CO2 (cerca de cinco vezes menos). O projeto foi realizado na cidade de Vargem Pequena, no Rio de Janeiro.Material proporciona conforto térmico e acústico nos ambientes. (Foto: Divulgação)Feito pela construtora Inversora Graficol, utiliza para a montagem perfis de aço e placas LP OSB Home estrutural, que utiliza apenas matéria-prima proveniente de florestas renováveis, respeitando o manejo sustentável. Todos os materiais utilizados garantem uma qualidade térmica e acústica, que também diminui o uso de energia pelos moradores.O material faz parte da Construção Energitérmica Sustentável (CES), que incluem diversos tipos de produtos sustentáveis para a área de construção, que reduzem a geração de resíduos e do tempo de trabalho necessário para a conclusão. Depois da obra pronta, os produtos não exigem nenhum cuidado diferente.“Não é necessário realizar nenhuma manutenção especial, apenas o mesmo tratamento dispensado às casas de construção tradicional. Quanto à duração da construção, o aço está garantido por 90 anos”, comenta Guilherme Kuhn, engenheiro responsável pela obra.Apesar disso, o ponto negativo da obra é o transporte dos materiais, que é feito principalmente por caminhões.Ao todo, são 95 casas, que podem ser financiadas pela Caixa Federal. Os preços variam entre R$ 158 mil e R$ 250 mil.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ecocartoon Da Costa

Este ótimo cartoon do Da Costa, faz parte do livro Aquecimento Global,
organizado pelo cartunista Léo valença. Confira no post abaixo.

sábado, 6 de novembro de 2010

Lançado o livro Aquecimento Global

Adquira logo o seu exemplar.
A proposta do livro "Aquecimento Global em cartuns" é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.O cartunista Léo Valença desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.Cada cartunista selecionado e autor participante da publicação contribui com um cartum que ele desenvolveu sobre o tema. Os autores participantes são: Léo Valença, Leite, Jottas, Da Costa, Jorge Barreto, Alex Larcher, J. Bosco, Waldez Duarte, Alan Souto Maior, José Alves Neto, Casso, Ferreth, Kampos, Lederly Mendonça, Jota A, Lex Franco, Gustavo Oliveira, Bira Dantas, Marcelo Rampazzo, Melo, Marcos Noel, Adriano Louzada, Moises Macedo, Max e Edra.
O livro poderá ser comprado pelo site da editora POD no link abaixo:

http://www.podeditora.com.br/produtos.asp?lang=pt_BR&tipo_busca=subcategoria&codigo_categoria=1&codigo_subcategoria=28


A utilização do POD – Print On Demand, impressão sob demanda – é um recurso de alta tecnologia de preservação do planeta, disponível há alguns anos e de eficiência comprovada. O que vem a ser o POD?

Mais do que um recurso tecnológico, em si, o POD é uma ferramenta de administração de recursos: ao invés de produzir estoques de livros impressos, estes são impressos à necessidade em que são requeridos. Dessa forma, evita-se desperdício financeiro e ambiental.



sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fazendo xixi no banho?! (Como assim??)

Por Reação Ambiental

Nesta semana tomamos conhecimento de uma campanha bem humorada e extremamente interessante desenvolvida pela SOS Mata Atlântica chamada Fazendo xixi no banho.
Esta campanha visa alcançar uma economia de até 4.380 mil litros de água por ano com esta simples iniciativa em nosso dia-a-dia.
Procurando alcançar o público jovem altamente engajado na causa da preservação ambiental foi desenvolvida uma ação de marketing através do site www.xixinobanho.org.br e conforme release da agência de publicidade responsável pela campanha (F/Nazca) o lançamento desta iniciativa coincide com o principal evento da SOS Mata Atlântica, o Viva a Mata, que acontece de 22 a 24 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, onde estaremos fazendo cobertura.
Acesse o site da campanha e participe desta iniciativa.

Biratan ecológico


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

“Sustentabilidade: novo jeito de produzir, vender e consumir”

Escrito por Reação Ambiental

Olá amigos do Reação!
A maior feira de alimentos da região Norte do país esse ano resolveu investir no tema “Sustentabilidade: novo jeito de produzir, vender e consumir”, conceito cada vez mais presente nas empresas e na sociedade como um todo.
Diante disso os expositores tiveram o desafio e a oportunidade mostrar o que cada uma das empresas tem feito para se adequar a esse conceito atualíssimo.
Um dos destaques foi a indústria de alimentos Mariza, que aproveitou para ”mergulhar de cabeça” no tema, começando pelo próprio estande, substituindo a tradicional montadora de estandes pela ONG paraense Novolhar, que é atuante em grandes projetos desenvolvendo conceitos. “A ousadia deste estande pretende proporcionar ainda mais conceitos sobre ser e agir sustentável” enfatiza o presidente do Grupo Mariza Flávio Costa.
Logo na entrada do espaço, o piso foi feito com vidros de potes. O nome “Mariza”, identificando o estande, é todo em papietagem, técnica de moldura feita em papel que no caso, também é das embalagens reaproveitáveis de produtos.
O fundo da garrafa PET de dendê foi cortado para a montagem de um toten, uma coluna de sustentação do portal de entrada do estande.
As paredes do estande tinham cinco metros de altura e foram feitas com fundos de embalagens de PET transparente. O visual estilizado e diferente fica com a iluminação azul, uma das cores da marca. Outra parede, com seis metros de altura, foi composta por samambaias. Dois lougens foram construídos para o conforto dos visitantes do estande, que poderão sentar em poltronas feitas com caixa de papelão e apreciar cada detalhe no estande que inovou inclusive com vitrines inusitadas.
A Mariza Alimentos sempre trabalhou na linha de sustentabilidade, mas foi o tema da feira deste ano
que fez com que a empresa mostrasse os projetos de sustentabilidade que já acontecem em parceria com algumas comunidades. A exemplo a comunidade Sapucaia, localizada em Santa Izabel do Pará, que já recebe apoio sustentável desenvolvido pela empresa, como educação ambiental, uniformes, tambores para coleta seletiva e assistência para as crianças que ali vivem.
“Além do estande sustentável trouxemos também descontos especiais para negócios fechados na feira, pois uma porcentagem destas vendas será destinada ao plantio de árvores na fazenda Fronteiras da Amazônia, onde o grupo já desenvolve várias atividades” enfatiza o gestor de marketing André Reis.
Toda a produção destes materiais foi feita pela comunidade ligada à ong Noolhar, que assim como a Mariza Alimentos, já desenvolve parcerias com comunidades no plantio da pimenta, fechando o ciclo sustentável de todo projeto, pois além de preservar o meio ambiente reaproveitando estes materiais, o projeto gera renda para as famílias.
A emissão de carbono emitida durante a produção do estande foi neutralizada com a entrega voluntária pela ong Noolhar de mudas de açaí anão para os visitantes do estande da Mariza Alimentos.

Biratan ecológico


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Biratan ecológico


Marketing Verde

Por Reação Ambiental


Com as inumeras informações que recebemos diariamente sobre aquecimento global, algumas pessoas passaram a levar em consideração, mesmo que timidamente, as ações socioambientais que as empresas praticam na hora da decisão de compra.
Vendo esta nova oportunidade de mercado, muitas empresas voltaram seus esforços de marketing em vincular a sua marca a uma atitude ambiental correta e uma relação social responsável.
Para saber mais sobre o marketing verde, clique aqui.
Mas devemos tomar muito cuidado na hora de avaliar quais são as empresas socialmente responsáveis, pois, entre as inumeras campanhas veiculadas diariamente, somente uma pequena parte retrata a realidade da organização.
Quantas vezes você já viu produtos nos supermercados que apresentam um selinho de uma ONG na embalagem, revertendo parte (bem pequena) do lucro do produto para ações sociais?
Você acha que só isso caracteriza se a empresa é socialmente responsável? Você chegou a comparar os preços do produto antes e depois desta campanha para saber se este valor que eles reverterão não está embutido no preço?
Uma empresa se faz socialmente responsável por suas atitudes diárias em relação ao meio ambiente e sociedade, não basta ações soltas.
E mais, não basta uma empresa investir milhões de reais em programas sociais, embientais ou culturais se, ao mesmo tempo, seu produto degrada o meio ambiente, ou se suas relações cotidianas de negócio depreciam os interesses da sociedade!

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Futuro sustentável para a navegação

Por Reação Ambiental

Pela segunda vez este ano, a United States Environmental ProtectionAgency (EPA), com apoio da Hamburg Süd, obteve dados importantes sobrea possível redução de contaminação na navegação marítima.No final de agosto, o LSMGO (Low Sulphur Marine Gas Oil), umcombustível com conteúdo de enxofre de 0,1%, foi usado no navioporta-contêineres “Cap San Lorenzo”, utilizado no serviço entre Golfodos Estados Unidos e Caribe/Costa Leste da América do Sul, quando onavio estava entrando e saindo do porto de Santos.De acordo com a EPA, foi o primeiro teste do tipo a ser feito emSantos. O uso do LSMGO havia sido testado anteriormente no “Cap SanLorenzo” em abril de 2010 nos portos de Veracruz, Altamira e Houston,no Golfo do México.“A EPA estima que um navio possa conseguir uma redução de 95% emdióxidos de enxofre, e de 85% em partículas finas quando utilizamcombustíveis com baixo teor de enxofre”, diz a administradora-assistente da EPA USA para Ar e Radiação, Gina McCarthy.Uma série de áreas com limites rígidos de enxofre, conhecidas como ECA(Emission Control Areas), estão sendo definidas obrigatoriamente.Desde janeiro, por exemplo, os combustíveis usados em portos dentro daUnião Européia só podem conter no máximo 0,1% de enxofre.A partir de agosto de 2012, somente combustíveis com conteúdo deenxofre de 1,0% serão permitidos no Atlântico norte-americano e naCosta do Pacífico, assim como na Costa do Golfo dos Estados Unidos.“Este projeto de troca de combustível renderá dados sobre as emissõespara mostrar aos legisladores dos EUA, México e Brasil que é possívelconseguir reduções reais ao se utilizar combustíveis com baixo teor deenxofre em seu litoral,” observou a administradora-assistente da EPAUSA para International and Tribal Affairs, Michelle DePass.Juntamente com a Hamburg Süd, esses testes também foram apoiados pelaU.S. Maritime Administration, a agência ambiental mexicana Secretaríade Medio Ambiente y Recursos Naturales, assim como pelos portos deHouston, Veracruz, Altamira e Progreso.“Imediatamente apoiamos as experiências da EPA,” comenta o presidentedo conselho executivo da Hamburg Süd, Ottmar Gast. “É fato que aproteção do ambiente e dos recursos naturais faz parte de cada decisãoempresarial e organizacional que tomamos. Só raramente a proteçãoambiental é considerada nos grandes progressos trazidos pelasrevoluções tecnológicas.
Ao contrário, é a soma de muitas pequenasmedidas que resultam em melhorias. E é precisamente o que queremosconseguir com os testes em nossos navios”, finaliza o executivo.

sábado, 9 de outubro de 2010

Biratan ecológico


Com O Etanol O Brasil Deixou De Emitir 103.449.303 Ton. De CO2

Escrito por Reação Ambiental

O uso de etanol na frota de veículos leves biocombustíveis evitou a emissão de 103.449.303 toneladas de gás carbônico (CO2) na atmosfera nos últimos sete anos, segundo o Carbonômetro, ferramenta criada pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) que calcula a quantidade do poluente que deixou de ser emitida com os carros flex. Em comparação com a gasolina, o etanol emite 90% menos gases causadores do efeito estufa, de acordo com a Unica.
Os novos critérios adotados pela Organização Não-Governamental (ONG) “SOS Mata Atlântica” para compensação de emissões de CO2, mostram que as emissões evitadas desde 2003 equivalem ao efeito do plantio e manutenção de mais de 331 milhões de árvores nativas ao longo de 20 anos.
“Estas mais de 103 milhões de toneladas de CO2 evitadas pelos carros flex brasileiros equivalem à mesma quantidade que a Grécia emitiu em 2007 com a queima de combustíveis fósseis em geral,” compara o consultor de Tecnologia e Emissões da UNICA, Alfred Szwarc.
Outra solução criada pela Unica para medir as emissões é a “Calculadora de CO2”, ferramenta que serve para ajudar o consumidor brasileiro a compreender melhor a importância dos combustíveis renováveis como forma de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa.
A calculadora está acessível no site Etanol Verde.
Vale lembrar que através de diversos estudos, ficou comprovado que o etanol brasileiro é o mais sustentável do mundo.

Biratan ecológico


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Eleições 2010 – Sustentabilidade na urna

Escrito Reação Ambiental

Olá amigos!
Estamos nos aproximando das eleições onde mais uma vez a decisão sobre o nosso futuro está totalmente ligado as nossas opções na urna.
É importante o critério usado e a informação sobre as pessoas nas quais vamos confiar nossa decisão pois durante 4 ou 8 anos os escolhidos através do voto popular serão os nossos representantes, serão as pessoas que decidirão sobre as coisas que terão influência direta em nosso dia a dia.
Se queremos um país com educação, saúde, moradia digna, segurança devemos cuidar para que o nosso voto seja depositado em pessoas com propostas concretas, corretas e, acima de tudo, que sejam pessoas que realmente tenham em seus compromissos lutar para que o nosso país cresça de forma ordenada respeitando a tudo e a todos, visando o bem comum e não somente privilégios a seus “amigos” ou correligionários.
A sustentabilidade que tanto falamos em nosso site também pode ser aplicada nas urnas no próximo dia 3 através do voto consciente. E o voto consciente só pode ser alcançado através de pesquisa sobre os candidatos e suas propostas acompanhado de uma sincera reflexão antes de apertar o botão “Confirma” na urna.
Vamos buscar a sustentabilidade através das nossas opções. Bom voto a todos!
Abraço!

Biratan ecológico


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Fundação SOS Mata Atlântica Promove a 2ª Edição da Praia no Tietê

Escrito por Felipe Esotico


Para comemorar o dia do maior rio de São Paulo (22/09), a ONG chama a atenção da sociedade, nesta data, com a simulação do sonho dos paulistanos em voltar a utilizá-lo como área de lazer.
A Fundação SOS Mata Atlântica comemora o Dia do Tietê (22/09), na próxima quarta-feira, das 9h às 13horas, promovendo a segunda edição da “Praia no Tietê”. A iniciativa tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a importância do rio e dos esforços que vêm sendo feitos para despoluir e reintegrá-lo ao cotidiano das cidades por onde passa, ao longo dos seus 1.100 quilômetros, em especial no trecho da Marginal na cidade de São Paulo. “O Rio Tietê está marginalizado e isolado da população na região Metropolitana de São Paulo. Queremos mostrar que na medida em que vai sendo recuperado contribui para melhoria da paisagem urbana e pode ser uma opção para o transporte coletivo e atividades de lazer junto as suas margens”, explica Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica.
Além da representação do cenário de ‘Praia’, com guarda-sóis, cadeiras e esteiras para os banhistas, no canteiro que margeia o rio Tietê ao longo da Marginal (entre as pontes das Bandeiras e Cruzeiro do Sul), barcos navegarão no Tietê, da barragem da Penha à Ponte das Bandeiras, com a participação especial da equipe de aventura da Canoar e do esportista Dan Robson. Neste ano haverá também a simulação de uma ciclovia, com o objetivo de mostrar que é possível criar um corredor seguro para ciclistas e pedestres, com acessos junto às pontes. “O dia 22 também é o Dia Mundial Sem Carro e devemos lembrar que o rio também poderia ser uma alternativa de transporte coletivo, favorecendo a mobilidade na cidade de São Paulo”, comenta Malu.
A utilização dos canteiros nas marginais do Tietê possibilita que a população estreite os laços com o rio e com a cidade ao redor, percebendo que cada um é responsável pela manutenção desse patrimônio por meio de cobranças de políticas públicas voltadas a qualidade de vida, às prioridades que são indicadas para os candidatos aos cargos eletivos e também no que se refere ao consumo sustentável, a reciclagem e uso da água.
A “Praia no Tietê” é realizada pelo programa Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, voltado à mobilização social para gestão integrada da água e da floresta, fortalecimento e aprimoramento de políticas públicas e campanhas do setor, e onde estão inseridos os projetos relacionados ao tema água, que tiveram início com o Núcleo União Pró-Tietê.
Essa ação remete também ao tema de saneamento que está na Plataforma Ambiental elaborada para os candidatos nesta eleição e faz um alerta à sociedade para a necessidade de aprimoramento das políticas públicas voltadas à qualidade de vida e à continuidade de obras públicas como o Projeto Tietê, que são de longo prazo e dependem de enormes investimentos.
Projeto de despoluição do Tietê
O rio tem sido palco das ações de mobilização da sociedade desde 1991, quando a SOS Mata Atlântica em parceria com a Rádio Eldorado reuniu 1.200.000 assinaturas num abaixo-assinado entregue ao Governo do Estado de São Paulo.
O projeto de despoluição do rio Tietê teve início em 1993 e está entrando na sua terceira etapa. No trecho do rio que compreende a Capital, ao longo das Marginais, poucos avanços são percebidos por quem transita ou vive nessa região, mas um dos maiores incômodos causados pelo odor já diminuiu significativamente, a ponto de possibilitar a realização de performances como essa e o planejamento de ações integradas de transporte público com navegação, ciclovias e parques lineares junto às margens do rio.
O Projeto Tietê
A cargo da SABESP com recursos do Bid – Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Projeto Tietê entra, nesta data, em sua Terceira Etapa que prevê um conjunto de obras e ações até o ano de 2018.
A Rede das Águas realiza o monitoramento da qualidade da água em mais de 300 pontos de coleta em 194 rios e córregos da bacia hidrográfica do Rio Tietê, com indicadores de percepção, que associados a parâmetros físicos, químicos e biológicos, medidos por grupos sociais, mensalmente, resultam no retrato ambiental da bacia do Tietê de acordo com a sociedade. Esse retrato das bacias hidrográficas e sub-bacias do Tietê, que vem sendo elaborado desde 1993 e sistematizado ao longo da Segunda Etapa do Projeto Tietê ( 2000 a 2008) será entregue oficialmente à SABESP e ao BID pela Fundação para servir de marco referencial para os indicadores que serão monitorados pela sociedade até 2018.
Com base nesse retrato de percepção ambiental a sociedade poderá indicar prioridades, construir cenários para usos futuro da água nas diferentes regiões hidrográficas do Tietê e cobrar resultados efetivos. A SABESP participará da mobilização da Praia No Tietê com ações da 6ª Ecomobilização, atividade de mutirão comunitário que vem sendo realizada em córregos e reservatórios da Capital. O presidente da estatal, Gesner Oliveira e os gestores do Projeto Tietê, engenheiro Carrela e Andréa Ferreira farão o anuncio oficial do início da Terceira Etapa do projeto.
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Abraços
Paulo Ribeiro


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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Brasil Importa Lixo

por Reação Ambiental

O envio de resíduos domésticos para o país – que chegam da Europa – encontra brechas na demanda brasileira por plástico para reciclagem e na falta de coleta seletiva. Ibama desconfia de importadoras e decide multá-las.
Por trás dos episódios de envio de lixo doméstico para o Brasil, a partir de países da Europa, está um esquema que vem se aproveitando da grande demanda brasileira por plástico para reciclagem e das facilidades para o polímero de etileno – termo industrial do produto – entrar no país. Nos casos de exportação de lixo para o Brasil descobertos até agora, resíduos que não são reaproveitados pela reciclagem foram colocados no lugar de plástico reciclável dentro dos contêineres transportados por navios da Europa aos portos brasileiros.
Apenas 20% do plástico consumido pelos brasileiros é reciclado e, por isso, a indústria da reciclagem prefere importar o material. Por falta de matéria-prima, a indústria trabalha com 30% de sua capacidade ociosa. Ao importar plástico, em vez de polímero de etileno, contêineres chegaram carregados de lixo.
O último carregamento, produzido provavelmente na República Tcheca e exportado da Alemanha para o Brasil, foi mandado de volta à sua origem no sábado, 21. Um contêiner lotado de resíduos descartáveis chegou ao Porto de Rio Grande (RS), num esquema muito semelhante ao do ano passado, quando 89 contêineres – carregados com 1,64 mil toneladas de lixo – aportaram em três cidades brasileiras. O lixo era proveniente da Inglaterra.
Nos dois casos, a carga deveria ser de plástico para reciclagem, como declararam os exportadores e os compradores responsáveis pelo negócio. Técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ouvidos pelo Correio suspeitam que o contêiner devolvido à Alemanha na semana passada pode ter sido um teste, uma forma de saber se, depois do episódio com o lixo da Inglaterra, novos carregamentos voltariam a entrar no Brasil.
A exportação de lixo doméstico para o Brasil só é possível por causa da conjunção de alguns fatores. O primeiro deles é a incapacidade de os municípios brasileiros estimularem a coleta de resíduos que podem ser reciclados, em especial o plástico. O produto tem um dos menores índices de reciclagem: apenas 21,2% foram reaproveitados em 2008 – latas de alumínio, por exemplo, são quase 100% recicladas no Brasil. O índice eleva os preços da matéria-prima para a indústria, que prefere importar o plástico. Em 2006, foram importadas 297,2 toneladas de plástico, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No ano passado, a importação subiu para 2,2 mil toneladas, um aumento de 631%.
Esse interesse maior pelo plástico motivou empresas de reciclagem de outros países – principalmente da Europa – a colocarem em prática um esquema que vai bem além da venda de polímero de etileno para o Brasil. Com o plástico, ou até mesmo sem a presença do material, são exportados resíduos inúteis para a reciclagem. O que aparece na descrição do produto é “desperdícios, resíduos e aparas de polímeros de etileno”. Pelo menos nas cargas oriundas da Alemanha e da Inglaterra, o que havia era lixo produzido por europeus.
A Receita Federal não confere um tratamento específico para o plástico importado, segundo os técnicos do Ibama ouvidos pelo Correio, o que estaria facilitando a entrada de lixo doméstico no Brasil. A Receita fiscaliza contêineres por amostragem. O Ibama é acionado quando há alguma suspeita de irregularidade. “Material para reciclagem sempre desperta alguma desconfiança”, diz um desses técnicos.
Para o diretor de Qualidade Ambiental do Ibama, Fernando Marques, a atuação da Receita Federal é “excelente”.
Toneladas
O plástico não é o único produto importado pelas indústrias de reciclagem. Somente em 2008, o país importou 20 mil toneladas de aparas de papel, enquanto exportou apenas 3,5 mil toneladas.
O diretor-executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), André Vilhena, sustenta que “não há problema” na importação de plástico, desde que não seja enviado lixo com o material reciclável.
O presidente da Plastivida Instituto Socioambiental dos Plásticos, Francisco de Assis Esmeraldo, atribui a origem do problema às falhas da coleta seletiva no Brasil. “A falta de coleta seletiva e, portanto, de matéria-prima a ser reciclada é que abre espaço para a importação ilegal de lixo.”

terça-feira, 14 de setembro de 2010

sábado, 11 de setembro de 2010

Gases De Efeito Estufa: Como Reduzir?

Por Reação Ambiental


Olá amigos!
Os gases do efeito estufa são aqueles que ficam acumulados na atmosfera terrestre e mantém o calor irradiado pela superfície terrestre, deixando o planeta mais quente. Esse fenômeno é natural, mas devido à crescente quantidade deles na atmosfera, o aumento de temperatura já chega a prejudicar o equilíbrio entre os sistemas. Por isso, reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2), do metano (CH4) e do óxido nitroso (N2O), entre outros, deve fazer parte do nosso dia-a-dia.
Abaixo algumas dicas que podem fazer com que suas emissões reduzam bastante!
Transporte
1. Quando possível, ir para os lugares a pé ou de bicicleta.
2. Incentnivar a cidade e as empresas a adotar uma politica de proteção aos ciclistas, como construir ciclovias e estacionamentos de bicicleta.
3. Evitar andar sozinho no carro. Alternativas dar ou pegar carona ou usar transporte coletivo.
4. Fazer revisão frequente dos carros e calibrar os pneus.
Consumo
5. Produtos locais poluem menos, já que precisam de menos transporte.
6. Usar produtos reciclados ou recicláveis.
7. Comprar apenas o que for necessário, utilizar ao máximo todos os produtos e vender, doar e reutilizar aqueles que seriam descartados.
8. Comprar produtos e eletrodomésticos com eficiência de energia.
9. Usar Ecobags para carregar as compras e evitar o uso de sacolinhas plásticas.
Casa
10. Manter a panela centralizada na boca do fogão faz com que aqueça mais rápido.
11. Fogões a gás emitem 50% menos de gases do efeito estufa que fogões elétricos.
12. Chuveiros elétricos chegam a emitir até quatro vezes mais gases do que os aquecidos à gás.
13. Evitar usar a secadora e usar o varal chega a emitir menos 3 kg de gases por lavagem.
14. Lavar a roupa com água fria, e não quente, pode reduzir a emissão de gases do efeito estufa em até 15 vezes.
15. Quando for construir ou reformar a casa, opte pela instalação de sistemas de armazenamento da água da chuva e utilização de energia solar.
Resíduos
16. Encaminhe os resíduos para reciclagem.
17. Separe corretamente os tipos de materiais e descartar de maneira adequada.
18. Faça compostagem com materiais orgânicos.
Energia
19. Sempre que possível, trocar o ar condicionado pelo ventilador.
20. Apagar as luzes sempre que não forem utilizadas e tirar da tomada os aparelhos que permanecem em stand-by.
Forte abraço.

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Biratan ecológico


sábado, 4 de setembro de 2010

Dia Mundial Sem Carro

Por Reação Ambiental

Olá amigos!
Nos últimos dias estamos sentindo na pele os problemas causados pela escassez de chuvas e falta de umidade relativa no ar em todo o nosso país. Boa parte dos habitantes dos grandes centros urbanos estão sofrendo no dia-a-dia com o clima seco porém sem dar contribuições relevantes para que a situação seja amenizada.
Neste contexto o tempo segue e estamos nos aproximando mais uma vez do Dia Mundial Sem Carro. Este dia é celebrado anualmente em 22 de setembro desde 1998, quando mobilizou 35 cidades francesas em torno desta causa, e desde então conta com um número crescente de adeptos a cada ano.
Este dia vem com o grande objetivo de alertar a todos para o impacto do nosso comportamento cada vez mais individualista em relação a nossa forma de locomoção pelos centros urbanos, tornando a atmosfera cada vez mais carregada de resíduos tóxicos reduzindo a qualidade do ar e por consequência a qualidade de vida das pessoas.
Nós do Reação Ambiental iniciamos desde já a reflexão sobre o tema a fim de estimular a todos os leitores e colaboradores a tomarem atitudes efetivas não só para o dia 22/09, mas visando a mudança de alguns de nossos hábitos para reduzirmos o impacto que causamos colocando nossos carros, motos e outros meios de transporte motorizados que causam consequências danosas diversas no meio ambiente.
Para promover o início desta reflexão encerro este post com uma breve explicação sobre o Dia Mundial Sem Carro proporcionada pelos organizadores do World Carfree Network, organização internacional em defesa da mobilidade sustentável:
Nós não queremos apenas um dia de celebração e depois retornar à ‘vida normal’. Uma vez livres dos carros, as pessoas deveriam permanecer livres. Só depende de nós, de nossas cidades e dos nossos governos ajudar a criar mudanças permanentes em benefício dos pedestres, ciclistas e outras pessoas que não dirigem carros.
Grande abraço!

Biratan ecológico


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O Lado Escuro Do Papel

Por Reação Ambiental


Olá @migos!
Vocês sabiam que o papel esta na lista produtos de maior impacto ambiental?
Vejam isso:
Para se produzir uma arvore são necessários 16 anos;
Uma arvore produz em media 12 mil folhas.;
220 folhas pesam 1 Kg;
1 folha consome 0,045 KW de energia e 0,45 litros de água.
Em alguns paises o consumo de papel pode chegar a 300 kg per capita ao ano (segundo dados do IDEC)
Bem, convido você a continuar lendo esta interessante matéria para entender de forma mais clara o que desejo dizer sobre o lado escuro do papel.
É difícil acreditar que uma simples folha de papel em sua trajetória da matéria-prima ao descarte final cause tantos problemas pelo caminho. Os impactos da produção já são conhecidos, e tão desastrosos que há anos a Europa tratou de “terceirizar” o setor. É claro, para os países em desenvolvimento, onde a fragilidade das leis ambientais, a carência por postos de trabalho e a necessidade de gerar divisas acenaram com boas-vindas.
Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 2 a 3 toneladas de madeira, uma grande quantidade de água (mais do que qualquer outra atividade industrial), e muita energia (está em quinto lugar na lista das que mais consomem energia). Em varios estágios de fabricação do papel existem produtos químicos altamente tóxicos tanto para o homem quanto para a natureza.
O alto consumo de papel e seus métodos de produção insustentáveis endossam o rol das atividades humanas mais prejudiciais ao planeta. E na esteira do consumo, cresce também o volume de lixo, que é outro sério problema em todos os centros urbanos.
Para contornar a situação, algumas saídas têm sido apontadas, como a utilização de madeira de reflorestamento, para frear a derrubada nas poucas áreas remanescentes de matas nativas, a redução do emprego de cloro nos processos de fabricação e a reciclagem do papel. Porém mesmo com essas medidas, e ao contrário do que as indústrias procuram estampar nos rótulos de seus produtos, ainda estamos muito longe de alcançar uma produção limpa e sustentável.Atualmente 100% da produção de papel e celulose no Brasil emprega matéria-prima de áreas de reflorestamento, principalmente de eucalipto (65%) e pinus (31%). Mas nem por isso podemos ficar tranqüilos. Segundo a consultora de meio ambiente do Idec, Lisa Gunn, utilizar madeira de área reflorestada é sempre melhor do que derrubar matas nativas, mas isso não quer dizer que o meio ambiente está protegido. “Quando o reflorestamento é feito nos moldes de uma monocultura em grande extensão de terras, não é sustentável porque causa impactos sociais e ambientais, como pouca oferta de empregos e perda de biodiversidade.”De acordo com algumas pesquisas científicas, a monocultura do eucalipto, por exemplo, consome tanta água que pode afetar significativamente os recursos hídricos.
Segundo Daniela Meirelles Dias de Carvalho, geógrafa e técnica da Fase, uma organização não-governamental que atua na área sócio-ambiental, a indústria de celulose chegou ao Espírito Santo na década de 1960, quando se iniciou um rápido processo de devastação da Mata Atlântica a estinção de alguns rios e a expulsão de comunidades rurais. “A empresa Aracruz Celulose invadiu áreas indígenas em processo de demarcação e expulsou índios tupiniquins e guaranis de 40 aldeias. No norte do estado, a empresa ocupou terras quilombolas, expulsando cerca de 10 mil famílias”, afirma. De acordo com a Fase, atualmente restam apenas seis aldeias indígenas, que reivindicam 10.500 hectares indevidamente apropriados pela empresa, e 1.500 famílias quilombolas.Depois da Aracruz, vieram outras empresas para a região, como a Suzano e a Bahia Sul, que, segundo a geógrafa, ocupam as terras mais agricultáveis e áreas que deveriam ser de conservação permanente. “Tudo com a conivência dos governos, que atuam como facilitadores liberando plantios, autorizando o desvio de rios (como o Rio Doce) para abastecer a fábrica e liberando recursos via BNDES para os programas de expansão das empresas”, critica a geógrafa.
A boa notícia é que a mobilização social na região vem crescendo e já obteve vitórias significativas. Atualmente já são mais de 100 ONGs integrantes do movimento Rede Alerta contra o Deserto Verde, como é denominada a monocultura do eucalipto. Uma importante vitória foi ter conseguido impedir que a Aracruz obtivesse o selo FSC (do Conselho de Manejo Florestal). Para obter a certificação, a empresa precisa do aval das comunidades do entorno.
O preço da brancura
Matéria-prima básica da indústria do papel, a celulose é um material fibroso presente na madeira e nos vegetais em geral. No processo de fabricação, primeiro a madeira é descascada e picada em lascas (chamadas cavacos), depois é cozida com produtos químicos, para separar a celulose da lignina e demais componentes vegetais. O líquido resultante do cozimento, chamado licor negro, é armazenado em lagoas de decantação, onde recebe tratamento antes de retornar aos corpos d’água.
A etapa seguinte, e a mais crítica, é o branqueamento da celulose, um processo que envolve várias lavagens para retirar impurezas e clarear a pasta que será usada para fazer o papel. Até pouco tempo, o branqueamento era feito com cloro elementar, que foi substituído pelo dióxido de cloro para minimizar a formação de dioxinas (compostos organoclorados resultantes da associação de matéria orgânica e cloro). Embora essa mudança tenha ajudado a reduzir a contaminação, ela não elimina completamente as dioxinas. Esses compostos, classificados pela EPA, a agência ambiental norte-americana, como o mais potente cancerígeno já testado em laboratórios, também estão associados a várias doenças do sistema endócrino, reprodutivo, nervoso e imunológico.
Mesmo com o tratamento de efluentes na fábrica, as dioxinas permanecem e são lançadas nos rios, contaminando a água, o solo e conseqüentemente a vegetação e os animais (inclusive os que são usados para consumo humano).A Europa já aboliu completamente o cloro na fabricação do papel. Lá o branqueamento é feito com oxigênio, peróxido de hidrogênio e ozônio, processo conhecido como total chlorine free (TCF). Já nos Estados Unidos e no Brasil, e em favor de interesses da indústria do cloro, o dióxido de cloro continua sendo usado.
Reciclagem
Reciclar papel e papelão não só ajuda a reduzir o volume de lixo como evita a derrubada de árvores. No Brasil, apenas 37% do papel produzido vai para a reciclagem. De todo o papel reciclado, 80% é destinado à confecção de embalagens, 18% para papéis sanitários e apenas 2% para impressão.
Segue algumas dicas de consumo
- Reduza o uso de papel (e de madeira) o máximo possível.- Evite comprar produtos com excesso de embalagem.- Ao imprimir ou escrever, utilize os dois lados do papel.- Revise textos na tela do computador e só imprima se for realmente necessário.- Dê preferência a produtos reciclados ou aqueles que trazem o selo de certificação do FSC.- Separe o lixo doméstico e doe os materiais recicláveis para as cooperativas de catadores. Saiba que 80% do papel que consumimos é na forma de embalagens.- Organize-se junto a outros consumidores para apoiar ações sócio-ambientais e pressionar o governo a fiscalizar empresas, criar leis de proteção ambiental e programas de incentivo à produção mais limpa e com controle de efluentes.- Use filtros, guardanapos de pano.
Proponho uma reflexão:
- Quantas folhas de papel você utilizou hoje? Quantas você jogou no lixo, ou viu outras pessoas jogando? E ainda, quantas você se deparou hoje que estão jogadas nas caixas ou nos cantos de seu local de trabalho que não são utilizadas?
Entender.
Refletir.
Mudar e
Agir.
Abraços
OBS.: As referencias e os dados informados foram em sua maioria retirados do site do IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumido – na aba – Revista do Idec On Line – serviços ambientais (nesta fonte é possível ler esta matéria completa e outras ainda).


www.reacaoambiental.com.br

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Biratan ecológico


Terra Terá Consumido No Sábado Todos Os Recursos Calculados Para Um Ano

Por Reação Ambiental


No próximo sábado, 21 de agosto, os habitantes da Terra terão esgotado todos os recursos que o planeta lhes proporciona no período de um ano, passando a viver dos créditos relativos ao próximo ano, segundo cálculos efetuados pela ONG Global Footprint Network (GFN).
De acordo com o estudo, “foram necessários 9 meses para esgotar o total do exercício, em termos ecológicos.
A GFN calcula periodicamente o dia em que vão se esgotar os recursos naturais que o planeta é capaz de fornecer por um período de um ano, consumidos pela humanidade, aí incluídos o fornecimento de água doce e matérias-primas, entre elas as alimentares.
Para 2010, a ONG prevê o ‘Earth Overshoot Day’, ou Dia do Excesso, numa tradução livre, no próximo sábado, significando que em menos de nove meses esgotamos o que seria o orçamento ecológico do ano, revela o presidente da GFN, Mathis Wackernagel.
No ano passado, segundo ele, o limite foi atingido no dia 25 de setembro, mas não é que o desperdício tenha sido diferente.
“Este ano revisamos os nossos próprios dados, verificando que, até então, havíamos superestimado a produtividade das florestas e pastos: exageramos a capacidade da Terra” de se regenerar e absorver nossos excessos.
Para o cálculo, a GFN baseia-se numa equação formada pelo fornecimento de serviços e de recursos pela natureza e os compara ao consumo humano, aos dejetos e aos resíduos – as emissões poluentes, como o CO2.
“Em 1980, a nossa “pegada ecológica” foi equivalente a tamanho da Terra. Hoje, é de 50 % a mais, insiste a ONG.
Assim, “se você gasta seu orçamento anual em nove meses, deve ficar provavelmente muito preocupado: a situação não é menos grave quando se trata de nosso orçamento ecológico”, explica Wackernagel. “A mudança climática, a perda da biodiversidade, o desmatamento, a falta de água e de alimentos são sinais de que não podemos mais continuar a consumir o nosso crédito.
Para inverter a tendência, é preciso “que a população mundial comece a diminuir” – um tabu que começa a ser desmistificado pouco a pouco entre os demógrafos e os defensores do meio ambiente, inclusive no seio das Nações Unidas.
“As pessoas pensam que seria terrível mas, para nós, representaria uma vantagem econômica. Mas é uma escolha”, comenta Wackernagel.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Logística Reversa É O Novo Desafio Para As Indústrias

Por reação ambiental
Olá amigos do Reação.
A partir de 03/08/10, um novo marco legal passou a nortear as relações de empresas e consumidores para a reciclagem industrial. Semana passada o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tramitou por quase 20 anos no Congresso Nacional.
Uma das principais inovações da lei é a chamada logística reversa, conjunto de ações para facilitar o retorno dos resíduos aos seus geradores para que sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos. A lei também estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos e responsabiliza toda a sociedade pela geração de lixo.
Para a gerente de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Grace Pria, a logística reversa veio permitir a gestão mais eficiente do lixo. “Eu acho que, particularmente, para a indústria, a logística reversa é uma das maiores conquistas, pois ela conseguiu cravar a responsabilidade encadeada, desde a fabricação de um produto, até a destinação final”, declarou.
A nova lei determina que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos. A mesma regra vale para as embalagens.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que, “com a aprovação da lei, o Brasil passa a ter um conjunto de instrumentos inovadores para a solução dos problemas do lixo no País”. De acordo com o ministério, a produção diária de lixo nas cidades brasileiras chega a 150 mil toneladas.
Apesar de ser uma ótima notícia, vamos acompanhar se o governo será capaz de fazer com que as indústrias façam a lição de casa e transformem a “teoria em prática” com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos.
É ver para crer.
Um forte abraço!

Biratan ecológico


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Brasil Pode Produzir Etanol De Milho

Por Reação Ambiental

O excedente de milho do Estado do Mato Grosso poderá ser destinado à produção de etanol nas próximas safras, como acontece hoje nos Estados Unidos. Uma máquina brasileira, que custa R$ 400 mil, é capaz de transformar sete mil quilos de milho por dia no combustível e deve ser a saída para produtores não perderem o plantio. Na próxima semana, uma usina na cidade de Campos de Júlio, a 600 quilômetros de Cuiabá , vai operar, em caráter experimental, com o álcool a partir do grão. Nesta semana, pesquisadores fazem testes técnicos em uma unidade em Tangará da Serra (MT). A ideia é instalar o equipamento em usinas de biodiesel.
A Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), em pareceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Universidade Federal do Tocantins (TO), pesquisam o projeto. “Por enquanto, o passo é realizar testes técnicos com o equipamento. A máquina é brasileira, mas recebe tecnologia norte-americana, a qual será nacionalizada”, afirmou Marcelo Duarte Monteiro, diretor executivo da Aprosoja. De acordo com a entidade, após a fase de testes ainda há outras etapas a serem correspondidas: viabilidade econômica, impostos, tributação, licença ambiental e mercado.
Os produtores estão otimistas e já esperam poder produzir o etanol do milho na próxima safra.
Fonte: DCI – Diário do Comércio

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Circuito Paulista de Wakeboard recebe relatório do apoio ao Programa Florestas do Futuro.

Com o plantio de 200 mudas, o campeonato foi o primeiro evento de wakeboard no mundo a receber o selo de neutralização de carbono

O Circuito Paulista de Wakeboard, através da Associação Brasileira de Wakeboard, acaba de receber o relatório da Fundação SOS Mata Atlântica referente ao Programa Florestas do Futuro. Em 2007 o campeonato apoiou o programa com a plantação de 200 mudas de árvores em Itu, interior de São Paulo com o objetivo de neutralizar a emissão de gás carbônico relacionada ao evento realizado no estado.

O relatório mostra que a área do plantio apresenta ótimo desenvolvimento. Desde o plantio foram necessárias algumas manutenções para a garantia de qualidade do processo de restauração florestal, mas é provável que em pouco tempo as intervenções sejam desnecessárias, e as áreas passem a ser apenas monitoradas.
Para determinar o número de mudas a serem plantadas levou-se em consideração informações como o gasto total de gasolina das lanchas e jet skis, deslocamento de pessoas e veículos, produção de lixo por etapa, gasto de energia elétrica, entre outros.
Forte abraço

Biratan ecológico


quinta-feira, 29 de julho de 2010

Meio Ambiente


Um texto lúcido , esclarecedor do Aziz Nacib Ab Sáber. Vale à pena ler. http://www.sbpcnet.org.br/site/home/home.php?id=1305

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Biratan ecológico


Campanha Do Agasalho 2010

Escrito por Felipe Esotico


Olá amigos,
estamos no início do inverno e muitas pessoas sofrem neste período por não terem condições de se aquecerem de maneira adequada. Moradores de rua, entidades carentes como abrigos, creches, orfanatos, asilos, são muitos os que precisam de nossa ajuda para terem um inverno mais quente.
A Campanha do Agasalho é uma iniciativa do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo – FUSSESP, tendo como parceiros todas as Secretarias de Estado, empresários e a sociedade civil.

A entidade, com o apoio dos diversos segmentos da sociedade, planeja estratégias, estabelece locais de arrecadação e coordena ações para ajudar milhares de famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança, dignidade e calor humano.
Para saber onde fazer sua doação, basta
clicar aqui!

www.reacaoambiental.com.br

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Biratan ecológico


Além De Mais Econômicas, Teleconferências Também São Atitudes Sustentáveis

Com a implementação de salas de telepresença, empresas com receita anual igual ou superior a 1 bilhão de dólares podem economizar até 900 viagens por ano.
Um estudo realizado pela organização Carbons Disclosure Project apontou que o uso de teleconferência por grandes empresas pode reduzir a emissão de 5,5 milhões de toneladas de CO2 e garantir a economia de quase 19 bilhões de dólares até 2020.
De acordo com o relatório, quando uma empresa com receita anual igual ou superior a 1 bilhão de dólares implementa quatro salas de telepresença, ela economiza cerca de 900 viagens no primeiro ano, o que equivale à redução da emissão de 2.271 toneladas de gás carbônico no ambiente em cinco anos. É como se 434 carros fossem retirados das ruas anualmente.
O levantamento foi feito com base em empresas dos EUA e Reino Unido que adotaram o sistema de telepresença.


Fonte: Olhar Digital
http://www.reacaoambiental.com.br/

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Copa De 2014 – Copa Verde

Por Reação Ambiental

Olá amigos,
a copa do mundo deste ano na África do Sul fica marcada como histórica, pois foi a primeira vez que este evento foi ao continente africano. A surpresa com a organização foi muito grande, muitos esperavam que os jogos seriam uma grande bagunça, que as delegações teriam dificuldades com locomoção e estadia, mas nada disso aconteceu.
O povo sul africano recepcionou de forma calorosa os estrangeiros, e mesmo com sua seleção fora da copa deu um show de alegria.
O fauna e a flora do pais ganhou destaque, não com iniciativas ambientais, mas com grande exposição das belas paisagens e de animais característicos daquele continente.
Mas está acabando, e ao final do jogo entre Espanha e Holanda o Brasil será foco do mundo do futebol.
Na sexta-feira dia 8 de julho o Brasil fez o lançamento do logotipo oficial do evento de 2014, e o presidente Lula fez uma promessa: será a copa do meio ambiente, uma copa verde!
Não será uma missão fácil compensar todo o carbono emitido por cada delegação, muito menos não impactar o meio ambiente com as dezenas de obras de infra estrutura que acontecerão para receber os estrangeiros da melhor forma possível por aqui.
Mas mesmo com o pé atrás, fico feliz de ao menos ouvir do representante máximo da nação que o meio ambiente é uma preocupação presente neste grande evento.
Infelizmente alguns deputados não pensam da mesma forma, pois querem deixar o código florestal mais “flexível” e menos rígido para quem degrada nossas riquezas florestais. Para saber mais e assinar uma petição online contra esta mudança no código,
clique aqui.
Voltando para a copa, muitas preocupações ainda serão apresentadas por aqui. Particularmente acredito que infelizmente a copa será um exemplo de manobras políticas para desvio de verbas públicas. Isso já vem sendo desenhado com o problema do estádio de São Paulo…
Sinceramente desejo somente que nossa copa seja um exemplo de evento verde e que o dinheiro público não entre em construções desnecessárias e principalmente privadas.
Agora é pagar “literalmente” para ver!

Forte abraço.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O que está acontecendo?

Por Reação Ambiental


Terremotos, enchentes, tornados, tempestades, desabamentos, muito frio, muito calor...

Em todas as partes do mundo se ouve falar em tragédias naturais. Todos os meses pelo menos uma grande tragédia acontece, isso tem alguma explicação?

Alguns dizem que é coincidência, outros que é um castigo divino, eu acredito que nada mais é do que uma consequência de todas as mudanças geradas pelo ser humano na Terra.

É possível em uma observação rápida chegar a conclusão que boa parte dos problemas climáticos foram causados pelo homem. As indústrias, automóveis e outros poluidores de grande porte não são os únicos vilões de tudo isso. As pequenas atitudes do dia a dia também.

Um exemplo simples mas que retrata bem o que estamos falando: quando jogamos um papel de bala pela janela do ônibus achamos que não faremos mal nenhum, mas imaginem 190 milhões de pessoas jogando um papel de bala por dia no chão, são mais de um bilhão de papéis de bala por semana, é o suficiente para deixar o país inteiro imundo!

Se nada for mudado, estas tragédias serão ainda mais constantes. Precisamos ser mais conscientes, responsáveis e ativos na luta contra o descaso ambiental.

Faça a sua parte para que ninguém tenha que fazer por você!

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Biratan ecológico


segunda-feira, 28 de junho de 2010

3º Salão de Humor da Amazônia


Caros amigos e colegas do tinteiro. Afiem as penas. Vem aí o 3º Salão de Humor da Amazônia.

em breve o regulamento que terá novidades como caricaturas e filmes de animação de 1 minuto.

abs. Biratan

sábado, 26 de junho de 2010

Alagoas E Pernambuco – Mais Vitimas De Enchentes…

Escrito por Reação Ambiental


Olá amigos do reação!

Mais uma vez usamos este espaço para fazer solidariedade! Alagoanos e pernambucanos estão sofrendo com as consequências das fortes chuvas. A situação está complicada e muitos são os mortos, desabrigados e feridos.
Infelizmente, a unica coisa que podemos fazer agora é ajudar no que for preciso as pessoas que vivem nas cidades afetadas.
Segundo a globo.com, vários pontos de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas foram montados em Alagoas e em Pernambuco. Nos dois estados, 38 pessoas morreram e mais de 68 mil tiveram de deixar suas casas por causa das enchentes.

Alagoas:
O Corpo de Bombeiros oferece duas contas para doações em dinheiro: Banco do Brasil, agência 3557-2, conta corrente 5241-8, e na Caixa Econômica Federal, agência 2735, operação 006, conta 955/6.

Maceió:- 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins.
- Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N.
- Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara.
- Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra.
- Defesa Civil Estadual (Cedec) – Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra.
- Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal.
- Igreja de São Gonçalo, no Farol- Instituto da Visão, na Avenida Santa Rita, no Farol
- Shopping Maceió

Interior:
- 2º Grupamento de Bombeiros Militar – Maragogi, (82) 3296-2026 / 3296-2270.
- 6º Grupamento de Bombeiros Militar – Penedo, (82) 3551-7622 / (82) 3551-5358.
- 7º Grupamento de Bombeiros Militar – Arapiraca e Palmeira dos Índios, (82) 3522-2377, (82) 3421-2695
- 9° Grupamento de Bombeiros Militar – Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia, (82) 3621-1491 / (82) 3621-1223

Pernambuco:
Recife:
- Instituto de Assistência Social e Cidadania do Recife (Iasc), localizado na Rua Imperial, 202, no bairro de São José.
- Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE) na rua Amaro Bezerra nº 489 – Derby – Recife.
- Posto de arrecadação instalado pela Polícia Militar na Quadra Poliesportiva do Quartel do Comando Geral, no Derby.
- Instituto Federal de Pernambuco – Av. Prof Luiz Freire, 500 Cidade Universitária.
- Sede da Guarda Municipal, na rua dos Palmares, 550, em Santo Amaro.- CTTU, na rua Frei Cassimiro, 91, em Santo Amaro.
- Posto de Permanência da Guarda Municipal, no Terminal Marítimo.

Interior:
- Gravatá
– Secretaria de Ação Social, na Rua Francisco Bezerra de Carvalho, no centro.
- Barreiros
– Posto da Polícia Rodoviária Federal na entrada da cidade.
- Caruaru
– Sindicato dos Lojistas do Comércio de Caruaru (Sindloja), na Rua Leão Dourado, nº 51-A, no Bairro São Francisco.

Ajude no que tiver ao seu alcance!

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Biratan ecológico




Como Descartar Corretamente O Óleo De Cozinha Usado

Por Reação Ambiental
O óleo vegetal, ou óleo de cozinha, é extremamente poluente. Por isso, o descarte consciente deste resíduo é necessário para evitar a contaminação dos rios ao ser despejado nas redes de esgoto. De acordo com o Departamento de Água e Esgoto de São Caetano do Sul, as pessoas não devem jogar o óleo de cozinha usado na pia, ralos, vaso sanitário. Ao fazer isso, provocam o entupimento no encanamento das residências, e contaminam os rios.
Segundo o departamento, despejar o óleo sobre a terra ou derramá-lo dentro do saco de lixo também não resolve a questão, pois acaba criando uma camada impermeável sobre a superfície, facilitando a ocorrência de enchentes, podendo poluir as águas do subsolo dos rios.
De acordo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o descarte de óleo de cozinha pela rede de esgoto pode ocasionar encrustação da gordura nas tubulações entre outras conseqüências.
Para a Sabesp, o correto é destinar o óleo para alguma empresa ou ONG especializada na coleta que reaproveite o óleo para fazer sabão ou fabricantes de biodiesel, tintas a óleo, massa de vidraceiro, entre outros usos. Em geral pagam por litro fornecido, dependendo do volume e distância. Outra opção é doar o óleo usado para cooperativas de catadores.
Segundo o Instituto Triângulo, uma Organização de Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que realiza a coleta de óleo usado no Grande ABC e em São Paulo, existem centenas de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) de óleo de cozinha usado espalhados pelo Brasil. Somente na Grande São Paulo, o instituto disponibiliza 55 pontos instalados em escolas e supermercados.
O instituto informa que o pequeno consumidor deve armazenar o óleo usado, depois de frio, em garrafas pet ou de plástico, que evitem o vazamento de seu conteúdo. Não existe uma quantidade mínima a ser descartada, mas é aconselhável que o vasilhame não ultrapasse 3 litros. Já para grandes empresas, bares, lanchonetes e restaurantes, o óleo deve ser armazenado em recipientes plásticos de 50 litros, e a partir de 40 litros pode-se solicitar a coleta mediante agendamento do instituto.
Se você não conhece nenhuma organização que colete esse resíduo na sua região, uma saída para dar um destino correto ao óleo de cozinha é fazer o sabão em casa. Confira a receita de sabão caseiro do instituto:
Receita de Sabão Caseiro
Ingredientes2 litros de óleo de cozinha usado;
350 g de soda em escama;
350 ml de água.
Preparo
Dissolva a soda cáustica na água em um balde reforçado ou em uma lata de tinta de 18 litros. Reserve. Coloque o óleo, já coado, em um recipiente e leve ao fogo até aquecer em temperatura aproximada de 60º. Apague o fogo e, em seguida, acrescente a soda, já dissolvida, e mexa até engrossar (cerca de 20 a 30 minutos). Após esse período despeje o conteúdo em recipientes e aguarde a secagem.
Importante
Cuidado no manuseio da soda cáustica, pois é um material muito corrosivo. Utilize luvas e óculos de proteção para evitar qualquer acidente. Deixe o sabão em descanso depois de pronto, por alguns dias antes de utilizá-lo, para que a soda caustica se dissolva.Clique aqui e confira a lista dos PEVs Triângulo em São Paulo.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Desafio Pela Sutentabilidade Do Planeta

Da Agência Ambiente Energia - Uma das principais entidades técnicas do mundo, o IEEE aproveita o dia Mundial do Meio Ambiente 2010 (WED – World Environment Day) para lançar um desafios para todos os cidadãos do mundo. O IEEE Green Your World – torne verde o seu mundo -, que começa no dia 1º de junho, propõe o compromisso com algumas práticas para mudar a rotina das pessoas. O desafio dura por toda a semana até o dia 5 de junho.
A lista de desafios envolve as seguintes mudanças: adote lâmpadas de energia eficiente: substitua lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas (CFLs),ou lâmpadas com diodos emissores de luz (LEDs); seja um herói de e-Lixo: encontre um local de reciclagem de eletrônicos e descarte computadores, TVs e celulares antigos, de maneira ecologicamente consciente; cada gotinha conta: reduza seu consumo doméstico diário de água; refloreste sua comunidade: plante uma árvore ou jardim e crie um futuro sustentável; e evite que os ‘vampiros de energia’ suguem seus recursos: desligue da tomada os aparelhos eletrônicos que não estão sendo usados.
“Quando se trata do nosso meio ambiente, nós devemos ser agentes das mudanças em nossas rotinas diárias e apoiar o desenvolvimento sustentável por meio de avanços tecnológicos”, afirma Pedro Ray, presidente e diretor executivo da IEEE 2010, ressaltando o trabalho da entidade e de seus integrantes em torno de ações sustentáveis.
Para participar do desafio, basta acessar o site
http://www.ieeegreenyourworld.org. Na página do IEEE no Facebook, é possível explorar informações sobre os desafios que outras pessoas enfrentaram em todo o mundo, e para receber atualizações periódicas sobre o desafio IEEE Green Your World, o internauta pode seguir o IEEE no Twitter (@IEEEorg, https://twitter.com/IEEEorg).
O desafio IEEE Green Your World é registrado no Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas – WED 2010 (
https://twitter.com/IEEEorg), que visa ser o dia mundial para ação positiva mundial ambiental com o maior número de ações mundiais. Ao comemorar o WED, o IEEE une pessoas em todo o mundo em apoio aos assuntos ambientais.

domingo, 6 de junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O Meio Ambiente agradece

Projeto De Responsabilidade Ambiental Transforma Faixas De Propaganda Em Sacolas Retornáveis

Por Reação Ambiental

Além da reutilização de seu material de propaganda em parceria com uma cooperativa, rede também vai ampliar campanha que incentiva o uso de sacolas retornáveis
A rede de supermercados Savegnago lança neste mês de março um projeto de responsabilidade ambiental. A empresa vai começar a fabricar sacolas retornáveis com as faixas e banners que são utilizados na comunicação de suas lojas. O material será feito pela cooperativa Agulha de Ouro, de Ribeirão Bonito e comercializado em todas as unidades da rede.
“A idéia partiu quando percebemos que utilizamos muito tecido para fazer nossas mídias e que todo essa material ia para o lixo ao final da campanha. Resolvemos então reutilizar esse material e fazer as sacolas”, explica Valdir Ribeiro, gerente de marketing da rede. Além das sacolas feitas de material reutilizado, o Savegnago também colocará a venda outro modelo de sacola retornável, feita de material reciclável.
Sacolas de plástico
As sacolas de plástico utilizadas nas lojas da rede Savegnago são oxibiodegradáveis – que se decompõem em 18 meses, muito mais rapidamente do que as sacolas tradicionais. “O uso da sacola retornável é mais benéfico ao meio ambiente. Mas mantemos nossas sacolas de plástico porque elas são oxibiodegradáveis”, continua Valdir.

Forte abraço

domingo, 23 de maio de 2010

sábado, 22 de maio de 2010

Tonho ecológico

Visitei o blog do Tonho e pesquei esse ótimo ecocartoon sobre reciclagem.
Beleza. Curta mais: http://6vqcoisa.blogspot.com

quarta-feira, 19 de maio de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Biratan ecológico


Seja um motorista ecologicamente correto!

Olá amigos!
Segundo estudo realizado pela Volkswagen, o consumo de combustível deum veículo depende, em boa parte, do comportamento do motorista.Com esse resultado em mãos, os especialistas da montadora prepararamdicas para economizar combustível e beneficiar o meio ambiente,reduzindo-se a emissão de gases do veículo.E você, será que está fazendo tudo certo? Confira:
Dica 1 - evite acelerações a fundo. A aceleração equilibrada não sóreduz consideravelmente o consumo de combustível como a poluição e odesgaste do veículo.
Dica 2 - O consumo de combustível é menor nas marchas mais altas.Selecione uma marcha superior logo que seja possível e somente optepor uma inferior quando o desempenho do veículo for afetado.
Dica 3 - Por outro lado, evite conduzir à velocidade máxima. Se oveículo for conduzido a ¾ da velocidade máxima recomendada na via queestá sendo percorrida, o consumo de combustível baixasignificativamente e a perda de tempo é mínima.
Dica 4 - Dirija de modo regular. Acelerações e freadas desnecessáriasprovocam elevado consumo de combustível e maior poluição ao ambiente.
Dica 5 - Calibre os pneus regularmente, como recomendado pelo manualdo proprietário. A pressão baixa aumenta a resistência ao deslocamentodo veículo e, conseqüentemente, o consumo de combustível, além dedesgastar os pneus e afetar a dirigibilidade do carro.
Dica 6 - Não transporte pesos mortos como, por exemplo, cadeiras depraia ou bicicletas, quando não for utilizá-los. O peso do veículo temgrande influência no consumo do combustível, principalmente notrânsito urbano.
Dica 7 - Use o bagageiro somente quando for imprescindível, pois abagagem acomodada neste acessório aumenta consideravelmente aresistência aerodinâmica do veículo e, conseqüentemente, o consumo decombustível.
Dica 8 - Não use o chamado "ponto morto". Além de comprometer asegurança na condução do veículo, esta prática não resulta em economiade combustível, como se acredita.
Dica 9 - O uso do ar condicionado requer maior potência do motor e,desta forma, o consumo de combustível se eleva.
Dica 10 - Programe antecipadamente os itinerários, evitandoengarrafamentos e semáforos. Trajetos curtos freqüentes como, porexemplo, em serviços de entrega, que exigem partidas e aquecimento domotor constantes, também elevam o consumo de combustível.
Dica 11 - Desligue o motor em caso de paradas prolongadas no trânsito.
Dica 12 - Verifique o consumo de combustível em cada reabastecimento.Desta forma, é possível descobrir a tempo qualquer irregularidade noveículo que provoque aumento de consumo.
Dica 13 - Utilize somente o tipo de combustível recomendado no manualdo proprietário.
Dica 14 - Não altere o sistema de alimentação ou de escapamento,usando peças não originais ou fazendo regulagens indevidas.Dica 15 - Siga o plano de manutenção do veículo, conforme orientaçõesdo manual do proprietário.
Fonte: Volkswagen

Biratan ecológico


sexta-feira, 7 de maio de 2010

Vazamento de óleo no Golfo do México

Por: Reação Ambiental
O acidente, causado por uma falha no sistema de segurança de umaplataforma construída em 2001 usando a mais recente tecnologia para aárea pode vir a se tornar o maior da história dos Estados Unidos. Aplataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transoceane estava sendo operada pela British Petroleum, explodiu e depois deficar dois dias em chamas afundou. Onze trabalhadores desapareceramdepois do desastre. Estimativas oficiais são de que o volume de óleoderramado já ultrapassa os de grandes acidentes como o da ExxonValdez, em 1989, no Alasca e o de Santa Bárbara, Calif, em 1969.A região do Golfo conta com uma riquíssima indústria pesqueira queinclui camarões, ostras e centenas de espécies de peixes, além de umaampla variedade de aves e vida silvestre.Ontem quinta-feira (6) a mancha atingiu uma ilha de Louisiana,informou a Guarda Costeira, no primeiro impacto em terra confirmadodesde o derramamento de petróleo de uma plataforma naufragada dacompanhia britânica BP.Segundo o Greepeace a conta ambiental começou a ficar alta. Asprimeiras aves com o corpo coberto de óleo do vazamento da plataformaDeepwater Horizon no Golfo do México foram encontradas na costa daLousiana, onde a mancha de óleo do tamanho da metade de Sergipe bateuna manhã de 30 de abril. O acontecimento, tanto temido pelasautoridades americanas quanto pelos ambientalistas, traz um prejuízoeconômico, segundo os primeiros cálculos, de cerca de bilhão dedólares.